Data de Retorno às Aulas e Aspectos do Modelo Cívico-Militar
No dia 2 de fevereiro, as escolas cívico-militares do interior paulista darão início ao seu ano letivo, coincidindo com a data de retorno das aulas da rede estadual. Este ano, mais de 30 instituições, distribuídas em cidades como Presidente Prudente, Bauru, São José do Rio Preto, Itapetininga e Sorocaba, se juntaram ao programa, conforme informou a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP).
É importante destacar que o modelo cívico-militar não altera a matriz curricular das escolas envolvidas. As instituições seguirão o que já está estabelecido pelo Currículo Paulista e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A proposta do programa é promover valores como civismo, respeito, dedicação e honestidade, mas sem incorporar práticas militares tradicionais. Os monitores que atuarão nas escolas, embora não sejam considerados profissionais da educação, terão como principal função apoiar a rotina escolar, focando em segurança, acolhimento, convivência e diálogo. Para isso, passarão por uma capacitação específica oferecida pela Efape.
Um exemplo é a Escola Estadual Antonio Marinho de Carvalho Filho, localizada em Presidente Venceslau, que se adapta a esse novo modelo cívico-militar. Com a implementação desse sistema, a expectativa é que as escolas mantenham um ambiente de aprendizado seguro e respeitoso, ao mesmo tempo em que desenvolvem a formação integral dos alunos.
Esse modelo, que já tem sido debatido em diversas esferas, busca trazer uma abordagem diferenciada para a educação, enfatizando a disciplina e a responsabilidade entre os estudantes, enquanto busca formar cidadãos mais conscientes de seus direitos e deveres.
Além disso, a adesão ao programa cívico-militar representa uma mudança significativa na forma como a educação é abordada, promovendo um diálogo sobre as diversas metodologias de ensino. A sociedade, de modo geral, observa atentamente os resultados que essa proposta poderá trazer, tanto para os alunos quanto para a comunidade escolar como um todo.
Além das escolas citadas, a inclusão de mais unidades no programa cívico-militar pode trazer novas oportunidades e desafios, sendo um tema a ser acompanhado ao longo do ano letivo. Com a expectativa de que o novo modelo contribua para a melhoria da educação básica, a Seduc-SP permanece atenta às demandas e resultados que surgirem dessa experiência nas escolas.


