Campanha “Atualiza Sorocaba” Foca na Atualização de Dados
A Prefeitura de Sorocaba revelou, em um levantamento recente, que cerca de 36% dos números de telefone registrados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) são inválidos. No total, a lista de contatos da cidade abrange 1.276.710 pessoas, das quais 369.758 não possuem CPF cadastrado e 228.638 estão sem unidade de referência.
Para reverter essa situação, a administração municipal, em colaboração com as Secretarias da Saúde (SES), de Governo (Segov) e Comunicação (Secom), lançará uma campanha chamada “Atualiza Sorocaba”, que terá início no próximo domingo, dia 22. O objetivo é incentivar a todos a atualizarem seus dados cadastrais, essenciais para o bom funcionamento dos serviços de saúde.
A atualização pode ser feita presencialmente nas UBSs ou em uma das unidades das Casas do Cidadão. Além disso, o cidadão pode acessar o link: saudedigital.sorocaba.sp.gov.br/atualizasorocaba para realizar o procedimento online.
Fernanda Carvalho, gestora de Planejamento e Execução da Segov, ressaltou a importância da atualização, afirmando que isso beneficiará toda a família. “Manter um telefone de contato atualizado é fundamental para que os serviços de saúde possam comunicar-se efetivamente com os usuários. É essencial que responsáveis atualizem não apenas seus dados, mas também os de filhos e idosos sob sua responsabilidade”, afirmou.
O secretário da Saúde, João Pedro Fraletti, também enfatizou a relevância dessa ação: “Dados atualizados proporcionam maior eficiência e precisão nos processos de atendimento, especialmente em relação aos procedimentos eletivos. Atualmente, muitos cidadãos perdem a oportunidade de serem atendidos devido a informações desatualizadas. Essa situação atrasa ainda mais aqueles que realmente necessitam dos serviços”, advertiu.
A falta de atualização nos cadastros pode gerar diversos problemas, como dificuldade de acesso a campanhas de vacinação e prevenção, complicações no agendamento e confirmação de consultas, além de afetar indicadores de financiamento e o planejamento das políticas públicas para o território. Isso se traduz em desafios na comunicação entre as unidades de saúde e os pacientes, prejudicando a continuidade dos tratamentos e a realização de lembretes importantes, como para pesagens em programas sociais, o que pode culminar no bloqueio de benefícios.


