Líder Político e Ex-Ministro Carlos Alberto Chiarelli
Carlos Alberto Chiarelli, ex-ministro da Educação, faleceu aos 85 anos, deixando um importante legado na política brasileira. Ele ocupou a pasta da Educação entre 1990 e 1991 durante o governo de Fernando Collor, e também atuou como ministro Extraordinário para Assuntos de Integração Latino-Americana entre 1991 e 1992. Natural de Pelotas, no Rio Grande do Sul, Chiarelli teve uma carreira notável que o levou a cargos significativos no cenário político nacional.
Antes de se tornar ministro, Chiarelli foi deputado federal pela Aliança Renovadora Nacional (ARENA) entre 1979 e 1983, e senador pelo PDS, que mais tarde se tornaria o PFL, de 1983 a 1991. Sua trajetória política é marcada por um forte compromisso com a educação e as questões sociais, refletindo a sua atuação como secretário do Trabalho e Ação Social e secretário das Relações de Trabalho no Ministério do Trabalho no estado gaúcho.
Além de sua carreira política, Chiarelli se destacou no meio acadêmico, exercendo a função de vice-reitor da Universidade Católica de Pelotas. Seu papel na educação superior contribuiu para a formação de muitas gerações de estudantes na região sul do Brasil.
O velório de Carlos Alberto Chiarelli está agendado para as 16h desta sexta-feira na Sala 01 do Memorial Pelotas Cemitério Parque, com o sepultamento previsto para as 9h do sábado, no mesmo local. A sua partida deixa um vazio significativo na comunidade e entre aqueles que tiveram a oportunidade de conhecer seu trabalho e suas contribuições.
Em uma manifestação de pesar, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, expressou suas condolências à família e amigos de Chiarelli, descrevendo-o como “um grande gaúcho que marcou a vida pública brasileira”. Ele destacou ainda a habilidade do ex-ministro como orador e intelectual respeitado, reconhecendo sua importância durante um período intenso da história do Brasil.
Chiarelli sempre foi uma figura emblemática, sendo lembrado não apenas por suas ações na política, mas também pelo impacto que teve na educação e nas relações trabalhistas ao longo de sua vida pública. Sua morte é uma perda significativa para o estado do Rio Grande do Sul e para o Brasil como um todo.


