Oficina de Graffiti em Volta Redonda
No dia 10 de outubro, a Secretaria Municipal de Cultura (SMC) de Volta Redonda organizou uma oficina de graffiti com o tema ‘Hip-Hop: Identidade e Movimento’ no Espaço das Artes Zélia Arbex, localizado na Vila Santa Cecília. A atividade atraiu estudantes do Ciep 299 Jiulio Caruso, que tiveram a oportunidade de aprender sobre o graffiti, suas técnicas e o seu significado na cultura urbana atual.
Os alunos participaram de uma manhã intensa de aprendizado, onde puderam explorar o graffiti não apenas como uma forma de arte, mas também como um veículo de expressão cultural e social. A oficina foi conduzida pelo graffiteiro Rafael Gusmão, que compartilhou sua vivência artística, apresentando aos jovens os conceitos e os métodos utilizados na criação das obras nas ruas. Essa experiência educativa teve um caráter transformador, aproximando os estudantes da rica arte urbana.
A coordenadora do Espaço Zélia Arbex, Renata Ferreira, fez questão de ressaltar a importância do local na formação artística e cidadã dos jovens. “O Zélia Arbex é um espaço em que arte e educação se encontram. Aqui, o conhecimento se transforma em cores e significados, ampliando horizontes e despertando talentos”, declarou.
O projeto, que conta com o apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SMDET), reafirma o movimento cultural como um elemento vital para a construção da identidade urbana contemporânea. Essa ação não apenas promove a expressão artística, mas também atua como um meio de resistência social e valorização da diversidade.
Anderson de Souza, secretário municipal de Cultura, também enfatizou a relevância de iniciativas que conectam os jovens à cultura. “A cultura tem o poder de transformar realidades. Ao introduzir o graffiti em nossos espaços e integrá-lo à educação, fortalecemos a identidade, o pertencimento e a criatividade dos nossos jovens. Investir em cultura é investir em cidadania, inclusão e futuro”, destacou.
Ao final da oficina, ficou claro que o graffiti se estabelece como uma linguagem poderosa da arte urbana, capaz de contar histórias, provocar reflexões e promover a ocupação positiva dos espaços públicos. Essa atividade também estimula o respeito à diversidade e a construção coletiva da cidade, mostrando que a arte pode ser um catalisador de mudança social e cultural.


