Incêndio no Icesp e suas Consequências
No último sábado (31), o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) anunciou a morte de um paciente do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), que foi transferido de sua Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) devido a um incêndio. O incidente ocorreu na sexta-feira (30), quando um gerador que abastecia o prédio pegou fogo, resultando na evacuação das áreas afetadas pela fumaça.
A nota divulgada pelo HC explica que, em decorrência de um desabastecimento elétrico devido à concessionária Enel, foi iniciado um protocolo de transferência de pacientes críticos da UTI que dependiam de ventilação mecânica. Apesar do atendimento imediato da equipe médica, um dos pacientes, já em estado crítico, apresentou instabilidade clínica e, infelizmente, não resistiu, vindo a falecer posteriormente.
Transferências e Atendimento de Emergência
Durante a ação, um total de oito pacientes foi transferido do Icesp. Destes, cinco foram direcionados para o Instituto do Coração (InCor) e três para o Instituto Central (ICHC). Profissionais que estavam envolvidos no atendimento durante o incêndio passaram por avaliações devido à possível inalação de fumaça. No total, dez pessoas receberam cuidados, das quais sete foram mantidas sob observação por precaução e já receberam alta neste sábado.
O HCFMUSP está investigando todas as circunstâncias que levaram ao ocorrido e, imediatamente, determinou a revisão e o reforço dos protocolos de segurança e assistência. A instituição enfatiza seu compromisso em aprimorar continuamente a proteção destinada a pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde.
Funcionamento do Icesp Após o Incêndio
Apesar da tragédia, o Icesp informou que todas as suas alas continuam a funcionar normalmente. A instituição está empenhada em garantir que os serviços prestados não sejam comprometidos e que os cuidados com os pacientes sejam mantidos em alto nível.
Nota da Enel sobre o Incêndio
A Enel, distribuidora de energia elétrica, se manifestou à Agência Brasil, afirmando que estava realizando um trabalho de emergência na região e que o desligamento da energia no hospital foi necessário. A companhia garantiu que o fornecimento foi restaurado posteriormente e reafirmou que o incêndio se deu em um gerador de sua propriedade dentro do hospital.


