Dorival Júnior sinaliza permanência no São Paulo para 2027
O técnico Dorival Júnior manifesta desejo de continuar à frente do São Paulo na próxima temporada. Segundo informações próximas ao treinador, ele estaria aberto a uma negociação que envolva valores inferiores ao seu salário atual ou até mesmo a manutenção da remuneração sem aumento para garantir a renovação do contrato. Atualmente, Dorival e sua comissão técnica custam em torno de R$ 2 milhões por mês.
Essa postura revela a intenção do comandante em dar sequência ao trabalho que vem desenvolvendo, que até aqui tem sido eficaz para afastar o risco de rebaixamento. O foco agora está na busca por uma vaga na Libertadores, além da valorização da transição de jogadores da base para o time principal.
Base será prioridade no planejamento do clube
Marcelo Portugal Gouvea, candidato confirmado pela oposição, aponta que o São Paulo enfrenta limitações financeiras para realizar uma reformulação extensa no elenco. Por isso, o foco será aproveitar os atletas formados nas categorias de base e realizar contratações pontuais e estratégicas.
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O plano envolve integrar a comissão técnica aos demais setores do clube para estabelecer um modelo de trabalho que priorize os jogadores revelados em Cotia. Portugal Gouvea ressaltou que a comissão técnica é fundamental para esse processo e que, independentemente de ser Dorival ou outro técnico, o profissional deve estar alinhado com a valorização da base.
“Precisamos avaliar se conseguimos uma comissão técnica mais acessível ou não. O importante é que o técnico trabalhe com a base, pois o São Paulo não vai contratar seis ou sete jogadores por janela, apenas um ou dois reforços pontuais”, afirmou o candidato.
Comunicado de Dorival sobre renovação e respeito ao novo presidente
Após o jogo contra o Vasco, Dorival esclareceu que ainda não iniciou conversas para renovar seu contrato, que termina no final da temporada. Ele destacou que respeita a decisão do próximo presidente do clube.
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“Tenho que preparar um material profissional para quem assumir, independentemente de continuar ou não no comando do time. O novo presidente não tem obrigação de renovar comigo; a decisão deve ser o que for melhor para o São Paulo”, declarou o treinador.
As eleições presidenciais do São Paulo estão previstas para as primeiras semanas de dezembro, com posse marcada para 1º de janeiro, conforme o estatuto do clube. Isso gera um cenário de pouco tempo para eventual troca de técnico, já que a pré-temporada provavelmente estará em andamento quando o novo mandatário assumir.


