Ação Policial em Campinas e Sorocaba
Na manhã desta terça-feira (13 de janeiro), a Polícia Federal (PF) lançou a Operação Elo Perdido, com a meta de coibir a falsificação de anilhas de individualização de aves da fauna silvestre. A operação foi desencadeada após investigações que revelaram um indivíduo envolvido na manutenção em cativeiro e na comercialização de diversas aves que portavam anilhas fraudulentas na região de Sorocaba, no interior de São Paulo.
As apurações iniciais mostraram que um dos suspeitos da falsificação das anilhas era proprietário de uma agropecuária situada em Sumaré, também no estado de São Paulo. Essa conexão levantou suspeitas sobre a possível atuação de uma rede maior envolvida na compra e venda ilegal de aves silvestres, prática que é crime ambiental e prejudica a biodiversidade local.
Nesta terça-feira, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão relacionados ao caso. As ações visam coletar provas que possam aprofundar as investigações e levar à responsabilização dos envolvidos. A Polícia Federal reforça a importância de desmantelar esse tipo de atividade, que não apenas viola a legislação, mas também representa uma ameaça à fauna silvestre.
Importância da Operação
A operação Elo Perdido representa um esforço significativo na luta contra a exploração ilegal da fauna brasileira. O uso de anilhas adulteradas não só engana os compradores, como também dificulta o trabalho de fiscalização e análise das populações de aves silvestres, que estão em risco devido à captura e ao comércio ilegais.
Além disso, essa ação da PF reflete uma crescente preocupação com a conservação ambiental e a proteção das espécies ameaçadas. A colaboração entre diferentes órgãos e a sociedade civil é fundamental para coibir práticas ilegais e promover a sensibilização sobre a importância da preservação da biodiversidade.
Como parte das investigações, a PF também busca identificar outros possíveis envolvidos e mapear as rotas de comercialização dessas aves, a fim de desarticular completamente essa rede criminosa e evitar novos casos de falsificação e tráfico de animais silvestres.


