Acessibilidade e protagonismo na 30ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo
No domingo, 7 de junho, a 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo terá uma atenção especial à participação de pessoas com deficiência, com uma estrutura pensada para garantir inclusão plena. A organização está a cargo da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP), liderada pela diretora Silvana Gimenes, mulher bissexual com paralisia cerebral. Ao seu lado, Alexandre Lima Passarello, homem gay com deficiência e também membro da diretoria, reforça o compromisso da associação com a diversidade funcional.
Segurança reforçada e apoio especializado para o bloco acessível
O trabalho de acessibilidade é desenvolvido em parceria com a empresa Cultura de Acesso, contando ainda com o suporte da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo (SMPED). O bloco exclusivo para pessoas com deficiência abrirá o cortejo, posicionando-se à frente do primeiro trio elétrico para assegurar maior visibilidade e protagonismo no evento. A segurança ficará a cargo do Corpo de Bombeiros e de seguranças especializados, que acompanharão o grupo desde a chegada, passando pelo percurso, até a dispersão.
Segundo Silvana Gimenes, o bloco deve iniciar a caminhada entre 13h e 13h30, logo após as falas oficiais da Parada. A dispersão está prevista para ocorrer por volta das 15h30 ou 16h, nas proximidades da Rua Bela Cintra. A expectativa é reunir cerca de 60 pessoas, entre participantes com deficiência e seus acompanhantes, fortalecendo a presença e a representatividade da diversidade funcional nesse importante espaço cultural.
Representatividade e fortalecimento da diversidade funcional na Parada
Destaque entre os participantes confirmados é a vereadora Talita Cadeirante (PSB), da cidade de Taubaté (SP), que também é pessoa com deficiência. Talita estará acompanhada por um grupo de 40 pessoas, ampliando a representatividade e a visibilidade da diversidade dentro da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo.
Essa iniciativa reforça o compromisso da organização em ampliar a acessibilidade e garantir a participação de todos os públicos, promovendo espaço e voz para as diferentes condições corporais e funcionais. A 30ª edição da Parada permanece como um momento essencial para visibilizar a comunidade LGBT+, integrando pautas de inclusão e respeito à diversidade em todas as suas formas.


