Expectativas de Vendas para o Dia das Mães
A previsão de faturamento do comércio no estado de São Paulo com as vendas destinadas ao Dia das Mães é de um aumento de 3% em comparação ao ano anterior. O montante esperado atinge aproximadamente R$ 82 bilhões, o que representa um acréscimo de R$ 2,7 bilhões em relação ao Dia das Mães de 2025.
Essas estimativas foram reveladas na última quarta-feira (6) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
Segundo a entidade, “a expectativa otimista é sustentada principalmente pelo cenário positivo do mercado de trabalho e pelo aumento da renda, fatores que possibilitam um consumo mais amplo e maior acesso ao crédito. Dessa forma, o Dia das Mães continua a ser uma data significativa para as vendas, especialmente nos setores que oferecem presentes tradicionais”, conforme nota divulgada.
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Setores com Maior Crescimento
De acordo com a FecomercioSP, as categorias que devem registrar os maiores crescimentos em faturamento incluem farmácias e perfumarias, que têm uma projeção de avanço de 6% em relação ao mesmo período do ano passado. As lojas de vestuário, tecidos e calçados estão previstas para crescer 4%, enquanto os supermercados devem apresentar um aumento de 3% nas vendas para a mesma data.
No entanto, a entidade alerta que os juros elevados e o elevado índice de endividamento familiar, juntamente com incertezas econômicas e políticas, impactaram negativamente as vendas de bens duráveis, como eletrodomésticos, eletrônicos e móveis. Nesse contexto, a aquisição desses produtos tende a depender de crédito e requer um comprometimento da renda por períodos prolongados.
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Desafios para os Bens Duráveis
Conforme a análise da FecomercioSP, as vendas de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos, além das lojas de móveis e decoração, devem apresentar as menores taxas de crescimento no mês de maio, com aumentos previstos de apenas 1% e 2%, respectivamente. Isso reflete um cenário desafiador para esses segmentos, que enfrentam um ambiente econômico mais restritivo.


