Contribua com a Escolha dos Homenageados
A partir de hoje, 31 de março, a sociedade civil tem a chance de influenciar a seleção dos homenageados da Ordem do Mérito Cultural (OMC) 2026. Esta que é a maior honraria pública destinada ao setor cultural, concedida pelo Governo do Brasil e pelo Ministério da Cultura (MinC), abrirá espaço para que o público indique nomes de personalidades, órgãos, instituições ou coletivos que tenham feito contribuições significativas para o desenvolvimento da cultura no país. As indicações poderão ser feitas até o dia 9 de abril e o formulário on-line para as sugestões está disponível no site oficial do ministério.
As indicações abrangem uma ampla gama de segmentos culturais, incluindo acervo, arquitetura, artes cênicas, artes visuais, audiovisual, cultura digital, cultura indígena, culturas urbanas, fotografia, literatura e música. Para participar, é necessário preencher o formulário com o nome completo da pessoa ou entidade indicada, o segmento cultural em que atua, além de uma justificativa que demonstre a relevância do indicado, com no mínimo 500 caracteres.
Aspectos da Condecoração
Os homenageados serão reconhecidos em três categorias distintas, que refletem a relevância e impacto de suas contribuições para a cultura: Grã-Cruz, destinada às maiores distinções; Comendador, para aqueles que se destacaram; e Cavaleiro, para contribuições relevantes em suas áreas de atuação.
Sobre a Ordem do Mérito Cultural
Instituída pela Lei n.º 8.313, de 1991, a Ordem do Mérito Cultural busca condecorar personalidades, órgãos e entidades, sejam públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, que se destacam por suas contribuições à cultura brasileira. Em 2025, a OMC foi retomada com o tema “40 anos do MinC: Democracia e Cultura”, reconhecendo 112 indivíduos e 14 instituições. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, comentou sobre a importância de reinstaurar a OMC: “É um marco significativo que valoriza quem constrói a nossa cultura com dedicação e talento, destacando a cultura como alicerce para uma democracia mais inclusiva e diversa.”


