Imersão Cultural e Lúdica no CEU das Artes
No último dia 17, o Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU das Artes) “Prof. Flávio Vespasiano Di Giorgi” foi cenário de uma rica experiência cultural, organizada pelos estagiários Fábio Assunção e Isadora Lima, da Secretaria da Cultura (Secult). O evento, que aconteceu na Biblioteca da unidade, buscou proporcionar um aprendizado leve e significativo, especialmente voltado para a celebração do Dia dos Povos Indígenas, comemorado em 19 de abril.
A atividade foi marcada por uma abordagem lúdica, utilizando o vídeo “A história curiosa de um indígena paraense” como ponto de partida. Essa escolha visou despertar nas crianças a curiosidade sobre a diversidade e as tradições dos povos indígenas, temas tão relevantes e atuais.
Os pequenos participantes, como Arthur, Melissa, Lorena, Maria Sophia, Maria Eduarda e a outra Lorena, mostraram grande entusiasmo durante toda a programação. Eles puderam explorar suas habilidades artísticas ao se inspirarem na rica cultura indígena, criando desenhos e outras expressões artísticas que refletem o que aprenderam. Essa interação não só promoveu a arte, mas também incentivou um diálogo sobre a importância da preservação dos saberes e modos de vida indígena.
Segundo Isadora Lima, uma das organizadoras, a atividade foi planejada para que as crianças pudessem vivenciar a cultura indígena de forma divertida e educativa. “Queremos que elas entendam a importância de valorizar e respeitar as diferentes culturas que existem em nosso país”, comentou. As oficinas artísticas foram essenciais para que os pequenos expressassem sua criatividade enquanto se conectavam com as raízes de um povo que faz parte da história do Brasil.
A celebração do Dia dos Povos Indígenas não se limita a uma data; é um convite à reflexão e ao aprendizado contínuo sobre a diversidade cultural. Atividades como a realizada no CEU das Artes mostram como é possível integrar educação e cultura de uma maneira acessível e envolvente para as novas gerações. A interação e o conhecimento gerados durante a atividade ressaltam a necessidade de se discutir e respeitar a história e os direitos dos povos originários, fundamentais para a formação de uma sociedade mais justa e inclusiva.


