São Paulo quita dívida e aguarda retirada do transfer ban da FIFA
O São Paulo comunicou oficialmente à FIFA o pagamento de cerca de R$ 6 milhões, valor referente à dívida com a Lazio, da Itália, relacionada à contratação do meio-campista Marcos Antônio. Essa quitação é um passo importante para que o clube consiga a retirada do transfer ban imposto pela entidade após o atraso no pagamento da primeira parcela da negociação.
Marcos Antônio chegou ao Tricolor por empréstimo em 2024 e teve sua compra confirmada por aproximadamente 4,2 milhões de euros, valor parcelado. A primeira parcela, equivalente a cerca de 1,05 milhão de euros (aproximadamente R$ 6,2 milhões), deveria ter sido paga em fevereiro, mas o atraso gerou a ação da Lazio junto à FIFA, resultando na punição ao clube paulista.
Com a comunicação do pagamento, a diretoria espera que o bloqueio seja revogado em breve, permitindo que o São Paulo volte a operar normalmente no mercado de transferências. Enquanto isso, Marcos Antônio permanece no elenco, com contrato vigente até o fim de 2030. O clube também concentra esforços no Campeonato Brasileiro, atualmente na 12ª posição, e se prepara para enfrentar o Grêmio no próximo jogo.
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Revelações sobre dívida do presidente do São Paulo
Uma reportagem do SBT News trouxe à tona que Harry Massis Junior, presidente do São Paulo, e empresas associadas acumulam cerca de R$ 28,4 milhões em débitos tributários e multas. As cobranças envolvem órgãos como a União e a Prefeitura de São Paulo.
O levantamento aponta que R$ 10,3 milhões correspondem a débitos municipais das empresas, R$ 17,2 milhões são dívidas com a União, e cerca de R$ 817,4 mil referem-se ao IPTU de dois imóveis ligados ao dirigente. Das sete empresas nas quais Harry Massis é sócio, seis apresentam pendências financeiras.
Em nota oficial, o advogado Ricardo Raduan esclareceu que a maioria dessas dívidas está parcelada e sendo paga regularmente. Segundo ele, os débitos surgiram principalmente durante a pandemia e são quitados conforme acordado. Algumas pendências ainda estão sendo discutidas administrativamente devido à complexidade da legislação tributária brasileira.
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Economia de R$ 3,5 milhões com cláusula contratual do meia Cauly
Outro destaque financeiro para o São Paulo é a economia gerada pelo meia Cauly, emprestado pelo Bahia. O jogador está há seis partidas sem atuar pelo clube, o que impede o cumprimento de uma cláusula contratual que prevê o pagamento de um bônus de 600 mil euros (aproximadamente R$ 3,5 milhões) caso ele alcance 40 partidas oficiais com ao menos 45 minutos em campo.
Até o momento, Cauly soma apenas 13 jogos dentro desse critério. Com no máximo 25 partidas restantes na temporada, a meta tornou-se inalcançável, garantindo assim essa economia significativa para os cofres do São Paulo.


